quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ensaio avaliativo dia 24/10

Aqui estão algumas partes do primeiro e segundo ato! Créditos de filmagem: Ketlly Oliveira e Aryel Nayara.

1º ato:

2º ato:

Isolda Muniz

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Nova Lista de Personagens

Update: Depois da nova lista de personagens, existe uma nova da nova, já que depois da greve, com o acompanhamento mais frequente dos integrantes e com a partipação da professora em alguns ensaios, houveram várias mudanças no elenco. Além dos atores, foram devididas as equipes técnicas (fugurino, luz, som e cenário).

Atores:
Julliana Varella como Alaíde
Djenifer Jansen como Lúcia
Deborah Santos como Madame Clessi
Sarah Rebeca como Dona Laura
Waleska Araújo como Dona Lígia
Isabela Muniz como 3ª Mulher e Mãe do namorado de Madame Clessi
Isolda Muniz como 2ª Mulher e Mulher inatual
Joyce Carla como 1ª Mulher e Moça romântica
Vitória Emília como Redatora d'anoite e Pequena Jornaleira
Rafael Ribeiro como Pimenta, Homem inatual e Segundo médico
Tales Augustus como Pedro, Homem de capa, Limpador e Namorado de Madame Clessi
Emanoel Júnior como Gastão
Diego Sales como Primeiro médico

Equipe do figurino:
Ketlly Oliveira
Isabela Muniz
Isolda Muniz

Equipe da sonoplastia:
Sarah Rebeca
Rosângela D'avilla

Equipe da iluminação:
Lucas Gabriel
Diego Sales
Emanoel Júnior

Equipe do cenário:
Rafael Ribeiro
Joyce Carla
Aryel Nayara

Equipe de marketing e publicidade:
Isabela Muniz
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Oi, gente.
Algumas alterações aconteceram. O blog mudou de cara e quanto a peça, alguns papéis foram trocados. Segue a nova lista:


ALAÍDE Julliana
LÚCIA Djenifer
PEDRO Tales
MADAME CLESSI (cocote de 1905) Sarah
MULHER DE VÉU Djenifer
PRIMEIRO REPÓRTER (Pimenta) Rafael
REDATOR (Osvaldo) Vitória
HOMEM DE BARBA Rafael
MULHER INATUAL Isolda
MOÇA ROMÂNTICA Joyce
O LIMPADOR (cara de Pedro) Tales
HOMEM DE CAPA (cara de Pedro) Tales
NAMORADO E ASSASSINO DE CLESSI Tales
MÃE DO NAMORADO DE CLESSI ?
LEITORA DO "DIÁRIO DA NOITE" ?
GASTÃO (pai de Alaíde e de Lúcia) Emanoel
D. LÍGIA (mãe de Alaíde e de Lúcia) Deborah
D. LAURA (sogra de Alaíde e de Lúcia) Waleska
PRIMEIRO MÉDICO Emanoel
SEGUNDO MÉDICO Rafael
1ª MULHER Joyce
2ª MULHER Isolda
3ª MULHER ?
Pequeno Jornaleiro Vitória

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Vestido de Noiva de Gabriel Villela

Estreada em 9 de maio no Teatro Vivo em São Paulo, o espetáculo tem no elenco Leandra Leal, Marcello Antony e Vera Zimmermann.

Sem a pretensão de rivalizar com o espetáculo histórico de Ziembinski de 1943, Gabriel Villela diz ter feito uma montagem "desencanada".

Os três planos criados por Nelson Rodrigues - alucinação, memória e realidade - não são representados no cenário, uma diferença marcante em relação à encenação de Ziembinski. A condução da platéia para esses níveis é permitida através da atuação, do texto e da luz, e não da cenografia.

O diretor dá uma leve tonalidade circense neste projeto. A sonoridade é um dos destaques, os atores cantam e dançam ao som da musica marcada por ritmos como tango e bolero.

"Basta uma quebra na interpretação, uma mudança de luz, para indicar as mudanças de planos. Além disto, a interpretação destes três planos tem uma clarividência rodrigiana", diz Gabriel Villela.


Leandra é Alaíde, Antony é Pedro e Vera é Lúcia
Leandra Leal, Marcelo Antony e Vera Zimmermann no palco: triângulo amoroso é explorado na peça.

Figurino já usado para o texto

Uma versão inédita da peça "Vestido de Noiva" para homenagear os 100 anos do mais importante dramaturgo brasileiro, Nelson Rodrigues, morto em 1980 estreou no Rio de Janeiro

Encenada pela primeira vez em 1943, a peça foi um marco no teatro nacional, causando polêmica com a implantação de um novo tipo de linguagem. A história narra o amor de duas irmãs pelo mesmo homem e conta com três planos psicológicos, o da alucinação, memória e realidade.

A nova versão, apresentada no CCBB até o dia 6 de maio, tem a global Viviane Pasmanter no elenco, com cenografia supervisionada por Daniela Thomas, a mesma que transforma os ambientes do prédio da Bienal para o São Paulo Fashion Week a cada temporada de moda, e o figurino de Beth Filipecki, responsável pelos looks da novela "Fina Estampa".




No figurino de "Vestido de Noiva", as mulheres usam vestidos em cores claras, com muita renda e transparências, que revelam de maneira teatral a lingerie e os corserts das personagens. Já os homens usam looks confortáveis, de malha, com muitos drapeados e pregas molengas.


A cara despojada e desarrumada do figurino ganha força com as maquiagens borradas e cabelos bagunçados, tudo para transmitir ao público uma estética que misture os planos da alucinação, memória e confusão.


A atriz Viviane Pasmanter interpreta o papel de madame Clessi, com um figurino de cor clara e suave, com corset marcando sua silhueta feminina e uma saia assimétrica repleta de recortes que mistura rendas e transparências.


O figurino masculino é confortável e conta com sobreposição de peças de malha com drapeados e pregas molengas, tudo muito solto sobre o corpo e com uma cartela de cor neutra, que passa pelas tonalidades de cinza.


Alaíde, Lucia e Madame Clessi usam vestidos repletos de transparências e rendas, que de maneira desarrumada transmitem o clima perturbador da trama de "Vestido de Noiva".





Isabela Muniz

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Maquiagem dos personagens

No teatro, para uma boa estética (além do cenário e figurino), a maquiagem também deverá aparecer no palco. É como se tudo o que está lá em cima diminuísse, e por isso, deve-se ter cores marcantes e exageradas para que todos enxerguem. Até mesmo as maquiagens mais suaves de uma personagem devem ser mais forte para que apareça, e todos que estão acomodados nos lugares da platéia possam enxergá-la. 


A sobra nos olhos branca, ou até mesmo as pratas com um pouco mais de brilho, ajudam a dar mais volume nos olhos, podendo estendê-los e lhe ajudar a lançar olhares marcantes para o público. Além do lápis preto no contorno dos olhos, para bem delineá-los e marcá-los como também as máscaras para cílios. Esses produtos devem ter traços bem marcados para que, embora de perto pareçam exagerados, na verdade eles estão ideal para o público.


(Para as irmãs Alaíde e Lúcia, Julliana e Djenifer, ambas noivas, um degradê de tons claros e tons escuros, um delineado gatinho e bastante rímel.)


(Para as dançarinas 2 e 3 - Isolda e Isabela - uma maquiagem marcante, com cores fortes - não necessariamente as da foto, muito rímel e muito blush.)

(Para a dançarina 1, Joyce, uma maquiagem mais discreta, com blush pêssego e apenas um gloss, para peles morenas.)

(Como a nossa interprete de Madame Clessi tem pele morena, a maquiagem deve ser bastante forte e com cores quentes - marrom, dourado e bronze, além dos olhos bem contornados. Para a boca, um batom nude. Blush sutil.)


(Para as demais mulheres, mães, jornalistas, moça romântica, mulher inatual, uma maquiagem simples e discreta.)



(Para Pedro - Tales, um bigode e acessórios que são indispensáveis para um típico malandro.)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

40's look

De novo em tempos de guerra, os anos 40 se destacam pela simplicidade e praticidade na moda. Muitos dos materiais usados escassearam e a moda manteve um padrão muito inexpressivo nos primeiros anos da década de 40 devido ao caos que assolava o mundo. As mulheres mantiveram um estilo mais sóbrio com modelos com ares militares.

A silhueta era em estilo militar, o corte era reto e masculino, com casacos de ombros acolchoados angulosos e apertavam na cintura. As roupas ganharam forte apelo masculino, com caráter utilitário. As saias eram  mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.



Mesmo com a escassez de alguns tecidos as mulheres procuraram manter um padrão mais sóbrio no modo de se vestir nos anos 40, mas com alternativas que iam desde a criatividade aos novos tecidos que surgiram para confecção das roupas até aos acessórios. Com os vestidos mais curtos e a falta da meias de nylon neste período a alternativa foi fazer pinturas na parte de trás da perna imitando a costura da meia ou simplesmente deixá-las nuas. 


Devido a todas estas dificuldades as mulheres usaram lenços, exageraram nos chapéus com criatividade (alguns grandes, com flores e véus, outros menores, de feltro, em estilo militar), com detalhes que os diferenciasse e quebrasse a monotonia do momento



Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos.

A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica. 


O artesanato se desenvolveu, com a escassez de matéria prima, as bolsas de couro eram raras, portanto, muitas eram confeccionadas em tecido.

Os calçados começaram a ser fabricados em massa, as indústrias de calçados começam a trocar o couro por materiais sintéticos e pela borracha, os estilistas tiveram que se desdobrarem e serem muito criativos, então passaram a incorporar nos calçados varias tipos de materiais antes não utilizados como peles de répteis, cortiça, solados de madeira presos por grampos, os ornamentos foram mantidos o mínimo necessário.


Enfim, em 1947, Christian Dior lançou o “New Look”, que era, basicamente, composto por saias amplas quase até os tornozelos, cinturas bem marcadas e ombros naturais. Era a volta da mulher feminina e elegante.




Livres das fardas militares, a moda masculina era composta basicamente por paletós compridos e justos.